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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Claro lança Combo com TV a cabo, telefone fixo e Internet a partir de R$97

Os planos do Combo custarão a partir de R$97,97 mensais. O serviço estará disponível para os assinantes a partir de setembro.

A Claro HDTV anunciou nessa quarta-feira (7), durante a Feira e Congresso ABTA 2013, o Claro Combo, um plano de serviços triple play, que agrega TV por Assinatura (Claro HDTV), telefone fixo (Claro Fone) e Internet 3G (Claro Internet) com roteador Wi-Fi. O serviço estará disponível para os assinantes a partir de setembro deste ano.
"Com o anúncio, a Claro HDTV agora se consolida com o serviço de Internet. Tudo em uma única oferta para o cliente", afirma o diretor executivo da Claro HDTV, Antonio João Filho.
Os planos oferecerão o serviço Claro Fone associado à franquia de dados de Internet 3G, que vão de 1GB a 40GB, incluindo roteador Wi-Fi instalado em regime de comodato. 
Os clientes também poderão optar pelos planos de TV por assinatura a partir do Fácil. Os planos do Combo custarão a partir de 97,97 reais mensais (Telefone + Internet 1GB + Plano Fácil).
O serviço de telefonia possui planos de chamadas ilimitadas local e serviços inteligentes gratuitos, como identificador de chamadas, chamada em espera e conferência a 3. Os planos de TV possuem mais de 200 canais, sendo 33 em HD, além dos canais HD abertos da região.
A oferta começará a ser comercializada para clientes de Cuiabá e Várzea Grande (Mato Grosso do Sul), e podem ser adquiridos pelo telefone 3003-4333 ou por meio de sua rede de parceiros comerciais. 
Mais informações no site: www.claro.com.br/clarotv.

Google Chrome expõe as senhas dos usuários de propósito: Veja como impedir

Problema afeta a todos que usam o gerenciador de senhas embutido no navegador, e pode causar dores de cabeça.


A Google está sendo seriamente criticada pela forma como o Chrome pode revelar senhas salvas a qualquer pessoa com acesso ao seu computador. Mas a empresa defende sua decisão, com o líder da equipe de segurança do navegador argumentando que outras medidas de proteção ofereceriam apenas uma “falsa sensação de segurança”.
O problema é relacionado à forma como o Chrome armazena as senhas salvas. Todas elas aparecem em uma lista acessível ao digitar chrome://settings/passwords na barra de endereços do navegador. Basta clicar em um item da lista e no botão “Mostrar” para ver a senha.
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Basta um clique para ver os nomes de usuário e senhas salvas no Chrome
Este não é um novo “recurso” do Chrome, mas foi trazido à tona recentemente pelo desenvolvedor de software Elliot Kember. “Os usuários não esperam que seja tão fácil acessar suas senhas”, disse Kember em um post no Facebook. “Todos os dias milhões de usuários estão salvando suas senhas no Chrome. Isto não está certo”.
Justin Schuh, líder da equipe de segurança do Chrome, defende a prática, dizendo que se alguém já tem acesso ao seu computador e à sua conta no sistema operacional, sua segurança já foi comprometida. Neste ponto, disse Schuh, um agressor poderia instalar malware no sistema ou acessar outras informações sensíveis. “Acreditamos que limites dentro da conta do usuário no sistema simplesmente não são confiáveis, e são apenas “teatro”, disse Schuh.
Schuh tem razão se estivermos falando de evitar ataques sérios. Mas e quanto à “bisbilhotagem” mais convencional, por um “amigo”, esposa ou colega de trabalho? Parece improvável que alguns destes usuários cheguem ao ponto de instalar malware, mas rápida “espiadinha” em uma conta do Facebook ou Twitter não parece estar fora de questão. Schuh não endereça este ponto.
E há outro problema com a lógica de Schuh: ele vê o Chrome como meramente um software que existe dentro de outro sistema operacional. Mas cada vez mais o Chrome é um sistema operacional por si só, hospedando apps como o Dropbox e o Google Drive, recheados de informações sensíveís. Alguém com breve acesso ao seu computador poderia dar uma espiadinha nestes apps, mas alguém com as senhas de acesso a eles pode continuamente monitorar suas contas a partir de qualquer outra máquina. E o Chrome torna fácil para qualquer pessoa perto de você conseguir estas senhas.
Elimine o problema
Se tudo isso te deixou preocupado, há algumas soluções. A primeira é não salvar senhas no Chrome clicando em Configurações / Mostrar configurações avançadas... e desmarcando a opção Ofereça para salvar senhas quando eu entrar na web em Senhas e formulários. Clique também em Gerenciar senhas salvas e limpe todas as senhas armazenadas.
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Desmarque a segunda opção para evitar que o Chrome memorize suas senhas
Se você detesta ficar digitando e lembrando senhas, considere o uso de um gerenciador de senhas como o LastPass ou Dashlane, e use a autenticação via Google, Facebook ou Twitter para fazer login em sites sempre que possível. Outra opção é clicar no botão “Desconectar sua conta do Google” nas configurações do Chrome sempre que você deixar alguém usar seu computador.
Idealmente, a Google deveria pedir uma senha extra quando um usuário tenta visualizar senhas. Isso não irá impedir um hacker de acessar seu PC, mas manterá os bisbilhoteiros à distância sem grande prejuízo para o usuário. O Firefox, que também pode exibir as senhas salvas, dá ao usuário a opção de definir uma “senha mestra” para isso, mas ela deve ser habilitada manualmente.

POLÊMICO!!!! TSE (Tribunal Superior Eleitoral) fecha acrodo com SERASA onde o TSE repassará informações cadastrais de 141 milhões de brasileiros!!!!


Desde ontem, advogados e juristas discutem um acordo assinado entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Serasa Experian pelo qual o tribunal repassará informações cadastrais de 141 milhões de brasileiros para a empresa, que gerencia um banco de dados sobre a situação de crédito dos consumidores do País, em troca de mil certificados digitais.

A publicação da notícia do acordo, hoje, pelo jornal O Estado de São Paulo, levou a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, a defender a suspensão imediata do repasse de dados de eleitores para a Serasa, alegando que o acordo deveria ter sido submetido à análise e condicionado à aprovação prévia plenário da corte.
Via Twitter, vemos a análise de um advogado especializado em Direito da Informática, Paulo Sá Elias. Segundo ele, a natureza jurídica das informações trocadas pode legitimar o acordo. Assim como o CNPJ e CPF, o número do título de eleitor pode ser realmente uma informação de domínio público. Além isso, o acordo de cooperação técnica, em si, descaracteriza a “venda” de informações, paga com certificados digitais.
Confira, abaixo, a íntegra da análise de Paulo Sá Elias.
“Conforme prometido, aqui está a minha opinião.
A notícia assusta. Quando li a primeira vez, torci o nariz. Ora, estão entregando informações cadastrais pessoais em troca de cartões e leitoras? Mas o que realmente foi entregue?
Trata-se de “cadastro de domínio público”?  Se for, não há perplexidade do ponto de vista jurídico.
Vamos imaginar que o acesso seja aos seguintes dados:
a) CNPJ – Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica
- nome empresarial
- nome de fantasia
- número de inscrição no CNPJ
- endereço completo
- natureza jurídica
- atividade econômica
- situação cadastral
- representante legal
- quadro societário
b) CPF – Cadastro de Pessoas Físicas
- nome completo
- número de inscrição no CPF
- data de nascimento
- nome da mãe
(*) Sendo esses dois últimos apenas para solucionar problemas de homonímia.
Se assim for, são dados constantes do denominado “cadastro de domínio público”.
Qual o fundamento legal? Preliminarmente, a Consti tuição Federal Brasileira, art. 5º, incisos XIV e XXXIII:
XIV – é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional;
XXXIII – todos têm direito a receber dos órgãos púb icos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado;
Como é notório, em nosso país, o direito de acesso à informação possui magnitude constitucional e o seu exercício é plenamente assegurado, como exemplo, aos concedentes de crédito, aos consumidores e outros.
Além disso, há divisão sistemática entre a tutela constitucional da intimidade (odireito à privacidade) e o direito à autodeterminação informativa, cuja matriz também é constitucional, inc. LXXII, do referenciado art. 5º, da Lei Maior (CF/88).
O propósito do legislador fica evidente, quando verificamos que as pessoas jurídicas de direito privado que atuam no âmbito da proteção ao crédito (como a SERASA), por exemplo, tendo em vista, entre outras razões, o interesse geral ou coletivo e a garantia da base estruturante para o funcionamento da economia de mercado – (que é o “crédito”) – chegam até mesmo a receber o “status” de entidades de caráter público, conforme é possível encontrar de forma emblemática no art. 43, § 4º, Lei Federal nº 8.078/90 – bem como no parágrafo único, do art. 1º, Lei Federal nº 9.507/97.
Conveniente mencionar ainda, historicamente, também como referência, as resoluções nº 1.559/88, 2.682/99 e 3.721/2009, do órgão deliberativo máximo do Sistema Financeiro Nacional (CMN) e a LC nº 105/2001, que demonstram claramente a orientação e a preocupação do governo com a estrutura de gerenciamento da atualização cadastral e risco de crédito no mercado, permitindo a identificação, mensuração, controle e mitigação dos riscos associados a cada instituição individualmente e ao conglomerado financeiro, bem como a identificação e o acompanhamento dos riscos associados às demais empresas integrantes do consolidado econômico-financeiro. Ch ega até proibir a realização de operações de crédito com clientes que possuam dados cadastrais desatualizados.
É de grande interesse do atual (e anterior) Governo Federal – o aperfeiçoamento dos sistemas cadastrais e também de gestão dos riscos de crédito no Brasil. Alegam que tais avanços nos sistemas de informações cadastrais e de crédito são fundamentais para o desenvolvimento da economia brasileira, oferecendo a população uma série de benefícios, como o crédito em melhores condições, o controle sobre o superendividamento, segurança em relação à consistência e atualização dos cadastros, maior rentabilidade e competitividade para as empresas.
Não é difícil notar, portanto, que grande parte dos governos nos países em todo o mundo trabalha no sentido de desenvolver e aprimorar sistemas de informações, cadastros, gerenciamento de riscos e também informações de crédito, bem como sistemas de informações cadastrais de domínio público, compatíveis com o estágio atual de sofisticação do mercado e das negociações, oferecendo aos órgãos públicos e pessoas jurídicas de direito privado – especialmente aquelas onde as atividades são capazes de tangenciar interesses gerais ou coletivos – ferramentas de tecnologia da informação, tanto no âmbito da informática – quanto, especialmente, da telemática.
Se a troca do TSE com o SERASA foi de informações cadastrais de domínio público, não há irregularidade. Salvo melhor juízo, é a minha opinião.
Abraços,
@psael

A discussão continua. Há quem acredite que chamar de “acordo de cooperação” não muda a realidade de que o TSE recebeu benefício em troca, caracterizando venda de dados cadastrais.
Particularmente, esse debate vai longe. E precisamos, com urgência, que o Projeto de Lei de Proteção de Dados Pessoais seja enviado ao Congresso, debatido e aprovado.
E desagradável esse vai e vem de informação e sobretuto o cruzamento de informações que o acordo permite.
O Projeto de Lei de Proteção de Dados Pessoias, em gestacão há anos no Ministério da Justiça, harmoniza várias legislações (da área financeira, de saúde, de defesa do consumidor) sobre a guarda e o uso de dados. Quando foi idealizado pretendia assegurar ao cidadão o controle e titularidade sobre suas próprias informações pessoais, de modo a concretizar o direito à privacidade protegido constitucionalmente.
De acordo com a proposta inicial, informações pessoais deveriam ser repassadas apenas com o consentimento prévio do seu titular e somente para a finalidade específica indicada no momento da coleta dos dados. O consentimento também seria necessário para usos posteriores dos dados, como comercialização ou repasse a terceiros.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Cientistas inserem memórias falsas em ratos

Um grupo de pesquisadores do MIT, liderados pelo neurocientista Susumu Tonegawa, demonstrou como criar memórias falsas em ratos alterando seu sistema nervoso. As memórias das experiências que vivemos (um show da sua banda favorita, por exemplo) são armazenadas no nosso hipocampo num conjunto de neurônios numa forma e ordem específicas. Ao relembrar aquele show, os neurônios relativos àquela experiência se reativarão. Esse grupo de células nervosas responsáveis por uma memória pode ser chamado de engrama.
E, bom, nos ratos, funciona praticamente do mesmo jeito.

Entendidas essas ideias, vamos ao passo-a-passo da experiência com pinta de sci-fi que os pesquisadores realizaram:
1- Primeiro, eles desenvolveram geneticamente um rato capaz de expressar a proteína Channelrhodopsin-2 (ChR2). Mais precisamente: um rato capaz de expressar essa proteína apenas nas células nervosas que se envolvem na formação de uma memória. Isso torna possível o mapeamento exato dos neurônios que participaram de um engrama específico.
2- Então, esse ratinho especial foi colocado numa salinha segura, que vamos chamar de sala A. As células que memorizaram a experiência expressaram a proteína ChR2 e foram identificadas pelos pesquisadores.
(Ah, um detalhe importante: a proteína ChR2 é foto-sensível. Ao ser iluminada, ela causa a ativação da célula que a expressou. Esse fator é essencial para a experiência.)
3- Depois, o ratinho foi levado para outra sala, a sala B, e, lá, a área cerebral com o engrama da experiência da sala segura foi iluminada, causando a reativação daqueles neurônios e trazendo à mente do roedor a memória da sala A.
4- Enquanto ele revivia a experiência da sala A, os pesquisadores deram um pequeno choque nas patas do bichinho, gerando uma reação de medo.
5- Ao retirá-lo da sala B e recolocá-lo na sala A, foi possível ver o sucesso da implantação de memória quando o ratinho sentiu medo daquele ambiente. Mesmo nunca tendo tomado um choque ali, ele tinha em seu cérebro a memória de ter passado por maus bocados naquele lugar.
Essa pesquisa pode gerar impactos em estudos já existentes sobre a falibilidade da nossa memória e (mais legal ainda) em estudos sobre a criação de memórias artificiais em humanos – o que causa arrepios em quem já viu obras sci-fi que tratam do tema. Qual delas mais te assusta?


Cientistas criam hamburguer artificial em laboratório (e podem diminuir a fome no mundo)

Não, não é de soja, nem geneticamente modificada, nem tem aditivos químicos, nem envolve clonagem… Segundo o professor Mark Post (foto) e sua equipe da Universidade de Maastricht, na Holanda, trata-se de um grupo de células musculares bovinas nutridas e multiplicadas em laboratório. 100% aquela-velha-carne-de-vaca-que-você-tanto-gosta. Dois voluntários provaram o hambúrguer de laboratório pela primeira vez hoje, em Londres. E a única diferença que eles identificaram é que a carne não tem aquele gostinho de gordura. Funciona assim: depois de retiradas do animal, as células são abastecidas com nutrientes e se multiplicam até formarem tecido muscular em forma de fiozinhos (biologicamente idêntico ao tecido natural). São necessários 20.000 desses fiozinhos para se fazer um hambúrguer. E, claro, sal, ovo e farinha, igual ao hambúrguer normal. A receita também leva suco de beterraba e açafrão pra dar uma corzinha. Mas, gente, qual é a necessidade disso? Bom, a resposta a gente já conhece bem. Mas os cientistas que inventaram o processo fornecem alguns dados que evidenciam ainda mais o problema da pecuária num futuro próximo.
Em algumas décadas, chegaremos a 9 bilhões de pessoas vivendo na Terra. Isso significa que todo o impacto ambiental e todos nossos problemas com produção de alimentos que temos agora crescerá enormemente. E a carne é um dos maiores desses problemas. Hoje em dia, 70% da nossa produção agrícola já é dedicada à pecuária e a produção de carne de boi causa ~15% das emissões anuais de gases responsáveis pelo efeito estufa. Em 2050, estima-se que a demanda de carne crescerá em 73% transformando os problemas atuais em PROBLEMÕES.







Esse hambúrguer não está nos mercados (e ainda vai levar um tempo ♫), mas, segundo o professor Post e sua turma, ele tem o mesmo gosto e textura de um hambúrguer comum. O maior empecilho é um do qual sofre a maioria das novas ciências: o preço. A produção de um bolinho de carne desses custa mais de €250,000. E olha só: células de uma única vaca podem produzir 175 milhões de hambúrgueres de 110g. Atualmente, 440.000 vacas produzem o mesmo. A nova técnica reduziria o espaço necessário para a produção de carne bovina em 99%.

Imagem mostra 1400 asteroides que podem destruir a Terra

A Nasa, agência espacial americana, estima que existem mais de 1400 asteroides potencialmente perigosos (PHA) para a Terra. Esses corpos celestes orbitam o Sol e podem, no futuro, entrar em rota de colisão com o planeta. Uma nova ilustração mostra a órbita de cada uma dessas possíveis ameaças.
Um asteroide entra para a categoria PHA quando fica relativamente próximo à órbita da Terra. Para os pesquisadores, isso significa algo em torno de 7,5 milhões de quilômetros. Esses corpos celestes também precisam ser grandes o bastante (diâmetro maior do que 350 metros) para causar danos sem precedentes ao atingir o planeta.
Mas, não é preciso entrar em pânico. Chamar um asteroide de PHA não indica que ele vá, necessariamente, colidir com a Terra, segundo a Nasa. Esse tipo de evento só acontece uma vez a cada 10 mil anos. Além disso, nenhum desses asteroides mapeados na ilustração é uma ameaça preocupante nas próximas centenas de anos.
A Nasa fez a ilustração porque coloca como em alta prioridade o monitoramento de asteroides com o objetivo de proteger a Terra. O NEO (Near Earth Object, objetos próximos da Terra, em tradução livre) é o projeto do Laboratório de Propulsão a Jato responsável por esses estudos. Ao observar e controlar esses asteroides, os pesquisadores podem fazer previsões mais precisas de suas órbitas, analisar as futuras aproximações e as probabilidades de impacto.

Veja a Imagem:

Brecha no Chrome permite visualizar senhas salvas

As senhas armazenadas nos navegadores podem não estar tão seguras quanto se imagina. Ao menos em relação ao Chrome. 
O desenvolvedor Elliot Kember afirmou ter acessado facilmente a lista de senhas salvas no navegador Chrome
Segundo Kember, para visualizar as senhas salvas basta acessar o endereço “chrome://settings/passwords” e clicar em uma das senhas salvas. 
Um botão “mostrar” irá aparecer ao lado dos caracteres ocultados e basta clicar para visualizar a senha salva. 
Um dos engenheiros da equipe do Chrome, Justin Schuh, respondeu em um fórum que após uma pessoa passar pelo login no sistema operacional, em tese ela poderia encontrar suas informações pessoais de qualquer forma, não apenas no navegador.  
Mas possivelmente o Google será forçado a atualizar o Chrome para que de fato oculte as senhas salvas no navegador. Até lá, evite deixar seu computador aberto para qualquer pessoa caso a máquina seja compartilhada.